sábado, 19 de novembro de 2011

Sabe quando as vezes você fica em frente ao espelho e permanece olhando pra si mesmo e nada vê além de você mesmo, você procura por algo a mais, olha todo o seu corpo e mesmo assim nada encontra. É o mesmo que andar na mesma rua, a mesma conversa de sempre, os mesmos sorrisos falsos. Você não se odeia, apenas esperava algo a mais de você. Seus olhos ficam perdidos, sem foco, não sabe onde colocar seus pés, é sempre a mesma coisa! Experimentar novas sensações, pular de novos penhascos, mergulhar no mais profundo do oceano, onde jamais puderam ir. Ver lebres pulando em seu quarto, ter um momento de alucinação assim como o de Alice, pelo menos uma vez. Onde? Onde você está nesse momento? Qual é a sua situação? O quão você está preso? Sei o quanto é difícil querer falar e não ser ouvido. Talvez seja por isso que escrevo palavras complexas, difíceis de entender, não são apenas histórias, são lágrimas em forma de letras. Talvez seja por isso que você não entende, porque você não sente! Sinta e se encontre!

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